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  • Foto do escritorThiago Lugão

Implementar as Respostas aos Riscos


Dando continuidade à série de artigos sobre Gestão de Riscos em Projetos (GRP), hoje iremos abordar o sétimo dos oito tópicos sobre o tema “processo de Gestão de Riscos”: Implementar o plano de respostas aos riscos. Este é o processo mais crítico e é ponto onde podemos medir se toda carga de trabalho anterior foi eficaz.


Então vamos lá:


A etapa de implementar o plano de resposta aos riscos é o que o próprio nome já diz: implementar o plano que foi elaborado no processo anterior. É neste momento em que teremos a oportunidade de identificar as dificuldades propriamente dita de colocar o plano em prática. É a partir deste ponto que tudo deixa de ser uma técnica atraente de gestão de riscos para ser uma ação eficaz.


A implementação tem que ser coordenada, integrada, levando em consideração cada aspecto levantado na elaboração do plano (custo, prazo para implementar, prazo para iniciar a entender os efeitos das ações, saber coletar as consequências, entender os gatilhos iniciais e os que irão surgir ao longo do processo). O responsável pela implementação da ação de cada risco deve se sentir o guardião desta atividade, sendo o máximo fiel ao que foi designado no plano. Se a implementação está difícil ou já ocorre de certa forma, então aquela ação nada mais é que uma medida da gestão que já ocorre e apenas foi listada e de nada serve como uma prevenção ou mitigação. Por este motivo, devemos sempre nos preocupar durante a elaboração do plano de respostas no “como” a ação será implementada, se é algo tangível. Muitos processos de gestão de riscos pecam neste ponto. A ação a ser implementada tem que ser mensurável para que possamos na próxima etapa tirar interpretações a respeito dos efeitos da implementação.


É de extrema importância que a implementação das ações se utilize das vias normais do projeto, fazendo parte das atas de reunião e constando nos relatórios semanais. Como tenho reiterado exaustivamente, não deve ser criado nada em paralelo ao sistema de gerenciamento de projeto, para que não fique a impressão que a gestão de riscos é um sistema a parte.


Queridos leitores, espero que tenham gostado do assunto de hoje. Meditem no que foi escrito neste artigo e deixe a opinião dos senhores nos comentários.


Na próxima semana irei abordar o oitavo tópico do nosso mapa mental de gestão de riscos: Monitorar os Riscos.

Aguardo vocês, até a próxima e fiquem na paz!


Lugão Consultoria


Abaixo segue o Link dos Temas já abordados sobre o assunto: Gestão de Riscos em Projetos

1- Tópicos interessantes sobre Riscos;

2- Profissional de Riscos;

3- Processo de Gestão de Riscos;


4- Problemas no processo de gestão de Riscos.




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